Grana lembrou que desde quando a PLR foi implementada há uma luta constante para reduzir o valor da alíquota. "Hoje os empresários ganham R$ 30, 40 mil e pagam 27% de Imposto de Renda e quem ganha R$ 4 mil, como nós, tem que pagar os mesmos 27%, portanto é necessário que o governo crie uma tabela progressiva que seja eficiente e que não nos prejudique", afirmou. E completou: "Para os metalúrgicos, a PLR é o dinheirinho que salva na hora do aperto. Ela também contribui muito para melhorar a economia do comércio local e das indústrias".
As polícias Militar e Rodoviária acompanham o grupo. Cerca de 150 homens integram um esquema especial montado na rodovia.
Abaixo-assinado - Os sindicalistas devem entregar amanhã, em Brasília, um abaixo-assinado contra a IR na PLR ao presidente da Câmara, Marco Maia. Na sequência, às 16h, os presidentes dos sindicatos têm audiência com os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) para tratar do assunto.
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